quinta-feira, 10 de março de 2011
Acabou o carnaval?
"Penso, logo Blogueio"

Galera, faz tempo que não vinha aqui. Os motivos são justos, tive um pequeno abalo emocional, em breve escreverei sobre isto no outro blog. Mas a minha vinda aqui é justamente pra contar sobre uma experiência que achei super maneira.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
O que restou dos contos de fadas
Sempre gostei dos contos de fada. Os enredos, as tramas, as personagens e, sobretudo, os finais. Não foi há muito tempo que me apeguei a este tipo de leitura, no entanto, hoje sinto que esse período está tão distante. É um choque abrir os olhos e ver que na vida real os finais não terminam em “felizes para sempre”. Na verdade é o “felizes para sempre” que tem um final.
Certamente seria um erro drástico tentar generalizar o que ocorre com alguns. Não são todos os romances que estão destinados a receber o auxílio de uma fada-madrinha, não são todas as plebéias que se tornam princesas e não são todos os príncipes que tem coragem de enfrentar os dragões. Em uma simples análise chegamos a conclusões traumatizantes.
As fadas-madrinha se detêm aos casais que podem ser unidos mais facilmente, sem a necessidade de criarem vestidos, sapatinhos de cristal ou até mesmo carruagens. É bem mais cômodo para elas simplesmente emprestarem uma boa calça jeans e um tíquete de ônibus. E qual o príncipe iria lutar com um dragão, enfrentar florestas de espinhos ou bruxas terríveis para tentar a sorte com uma plebéia? Qual certeza ele teria de que após vencer todos esses obstáculos ele teria encontrado o amor de sua vida? O mais inteligente seria investir nas várias donzelas, cortesãs e princesas que usam os melhores trajes e estão a sua disposição.
No entanto, onde estaria a magia? Sim, a magia! Pode parecer algo brega ou clichê, mas no fundo, todos nós a desejamos intimamente. A magia que faz o príncipe enfrentar inúmeros desafios apenas na intenção de abrir os olhos de sua amada para que esta acorde! A magia que uma bela jovem tem para modificar a essência de uma fera e dar-lhe novo sentido para a vida! A magia dos que sacrificam um pouco de si mesmos para estarem ao lado de quem amam! Até mesmo a magia de quem tem coragem de usar a sinceridade, a compreensão e a confiança. Não, os contos de fada não morreram! O que morreu foi a magia que era usada para criá-los. As atuais paixões descartáveis muitas vezes não permitem que seja criado nem sequer o respeito, quanto mais magia. E o contraste é exorbitante se for analisado que quanto mais passageira e ínfima é a paixão, mais intensos e dramáticos são os apaixonados. Isso é um fato!
Agora fico a indagar o que teria ocorrido se o Príncipe encantado e a Cinderela, após alguns anos de casamento, percebessem que não eram compatíveis. Será que ela voltaria para a casa da madrasta a espera de outro príncipe e ele daria novos bailes em busca de outra esposa? Ainda restaria a eles um final feliz?
Bem, isso será uma escolha individual. Cada um tem as chances de criar o fim de suas histórias. Mesmo separada (e com três filhos) Cinderela ainda pode viver um romance digno de se tornar filme da Disney. O que vai realmente proporcionar isso é a magia existente nos sentimentos.
Que o sentimento não seja eterno enquanto dure, nem que dure enquanto for eterno, porque amor é magnífico demais para simplesmente durar. Que o amor exista, não importando por quanto tempo, e que seja mágico!
Ps. Pessoal, eu pensava que este texto era de Fabrício Varela, no Entanto, o mesmo disse que não foi ele quem escreveu. Entrei em crise e fiquei pensando: quem foi meu deus? Será que fui eu? Mas não fui, tenho quase certeza disso. Minha irmã acha que foi ela quem pegou na internet. Pois bem, finalizando, o texto é de autor desconhecido. Abraço a todos.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
2011 formas de filosofar!

terça-feira, 2 de novembro de 2010
Será que não dói mesmo? :(

"O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo, indo embora. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraíso que nos persegue, bonita e breve, como as borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói."
CAZUZA
domingo, 31 de outubro de 2010
A Casa que eu Nasci Nela
A casa que eu nasci nela
Passa o tempo passa tudo, mas não passa
A saudade da casa que eu nasci nela
Tenho saudades da nossa casa de taipo
Tão indefesa perto da linha do trem
O trem passava a casa se balançava
Pratos, colheres tocavam um baião lá na cozinha
E nós corria da cozinha par sala
pra contar vagão de trem escorado na janela
Passa o tempo passa tudo, mas não passa
A saudade da casa que eu nasci nela
Tenho saudades daquele velho pilão
Do banco velho escorado na parede
Do alguidar que servia como pia
Do pote de água fria que mata a nossa sede
Do pau de lenha sempre aceso no fogão
E um punhado de feijão borbulhando na panela
Passa o tempo passa tudo, mas não passa
A saudade da casa que eu nasci nela
Mas tarde pai armava a nossa rede
De noite mãe acendia a lamparina
Ela saia da sala pra cozinha
E contava um por um todos os filhos que ela tinha
E eu ficava balançando em minha rede batendo o pé na parede
Olhando pra sombra dela
Passa o tempo passa tudo, mas não passa
A saudade da casa que eu nasci nela
A casa velha não é mais da nossa gente
É diferente daquela velha tapera
Hoje a casa velha parece uma mansão,
Mas meu pobre coração vê do jeito que ela era
Ela era feia mas cheia de alegria quando mamãe não daria
Pra ver nos de novo nela.
A saudade da casa que eu nasci nela
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Até mais e obrigado pelos peixes!

Galera, o texto a seguir é uma criação de Jéssica Dani, a criaturinha mais carinhosa, fofa, meiga e tudo o que há de simpatia nesse mundo de meu Deus. Aluna da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Pequeno Príncipe, é daquelas atentas as aulas e pronta para questionar e exigir do professor respostas convincentes. Uffa, eu me esforço, eu tento pelo menos uahuauha. Sem muito blá blá blá, vamos as palavras:
"Passa-se o tempo e a terra o come.
Foge de progéteis displicentemente correndo no ar.
Corre, escala, deita, rola e ruge como sendo mais um.
A cor, a tinta e o formato do que antes eras lixo, hoje dita os seus prêmios
O bônus máximo em sedimentos magmáticos fundidos
Pedra!
E a exclusão impera, afinal, papel não é só papel e pedra não é só pedra?
Sim, é!
E você é só um Humano, O Humano, o "Animal-stresse"
Feliz sejam os que não pensam.
Viva aos peixes!